Tempos atrás, acompanhei o caso dos meninos que foram entregues a traficantes pelo exército no Rio. Pra variar mais uma naquela panela de pressão. Já escrevi várias vezes sobre o Rio e não é segredo pra ninguém que não nutro por aquele lugar os melhores sentimentos. Mas voltando ao assunto, conversando com um e com outro cheguei a algumas conclusões que valem a pena repassar. Mesmo que quem leia não dê lá muita atenção. Temos um poder paralelo no Rio com o tráfico, e nem vou citar Garotinho e Rosinha senão fico aqui por páginas e páginas e não chegarei a lugar nenhum, tamanha demagogia desses dois. Voltando ao tráfico. Legalizar não seria uma solução? Transformar traficantes em empresários e ter um sistema de distribuição? Vamos pensar na legalização então como algo tangível e real e vamos repensar os detalhes.
Tipo, teria um órgão do governo responsável pela qualidade da droga, tipo um INMETRO da vida e outro responsável pela importação e exportação. Isso é fato, imaginem as pessoas fumando maconha e cheirando coca para controlar a qualidade. Dae teríamos o problema dos trabalhadores, onde a maioria é de menor, o que mudaria nossa legislação trabalhista.E como seria registrado um traficante? Ah não ele seria o dono da empresa né? E os chamados aviões? Seriam os office ? Os chamados boys? Pagariam impostos, claro, teriam sindicatos.
Mas ai nós encareceríamos a maquina do governo e o Brasil teria que arcar com os jovens que abusassem disso. Agora vamos voltar para a realidade? Vcs acham que o Brasil suportaria isso? Acha que não teria mercado negro? Fala sério gente, os traficantes conseguiram abafar um caso de um menino que foi arrastado pelas ruas do Rio, conseguiram desmoralizar o exército. Sim porque alguém tem alguma dúvida que isso não foi planejado minuciosamente pelas duas facções? Pegaram lá 3 fulaninhos indisciplinados, um tenente ou sargento burro, uma grana e pronto, ingredientes perfeitos pra desmoralizar umas das únicas organizações governamentais que não tinham manchas naquela cidade.
Não tenho dúvida de que as drogas movem o país e que isso só vai mudar quando quisermos que mude, quando os playboyzinhos pararem de fingirem que uma bala ou uma carreira de cocaína é problema deles, afinal a saúde é deles. Sim a saúde sim mas a responsabilidade também. Já que estamos sendo utópicos com a legalização podíamos passar a processar por homicídio, formação de quadrilha, porte ilegal de armas e tortura todo mundo que fosse preso com drogas. Afinal como diria capitão Nascimento É VCS QUE FINANCIAM ESSA MERDA! E fica aqui uma frase pra pensar. Porque uísque sim, porque cannabis não? Mas lembrando que existem uísques falsos e contrabandeados. Agora façam a opinião de vcs. Eu por mim todo mundo virava hippie, tocava fogo em brasília e pronto, mundo perfeito. Ah e com todo mundo virando vegetariano e adorando vaca. Ah já existe um país assim? Ah e tbem não tem paz? Hum...é galera, então a humanidade ...só Jesus mesmo!!! E olha lá.
domingo, 14 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Bezerra de Menezes - O diário de um espírito
Assisti ao filme semana passada. Não posso, como espírita, deixar de fazer minhas considerações sobre.
O filme retrata a vida de um ser humano que foi, além da religião, um exemplo de bondade e dedicação à sua profissão e missão.
O negativo é que é uma linguagem cansativa e introspectiva, além é claro, de terem perdido uma ótima oportunidade de terem feito um filme bem melhor, já que a história é riquíssima.
O ponto mais positivo dentre outros, é que o filme passa aos telespectadores uma visão bem realista do espiritismo. Que na verdade nada mais é que um galho dessa enorme árvore que é o cristianismo.
Falando em religião e esquecendo o filme, as religiões do mundo são basicamente iguais em sua essência e simbologia.
Então porque precisamos de tantas e que parecem ser tão diferentes?
Vamos ao primeiro questionamento: Para que tantas religiões?
Para atender as mais diversas formas e exigências da evolução individual do ser humano.
Cada um tem seu tempo e em cada tempo uma forma de pensar e para cada forma de pensar um orientador, que no caso é a religião.
E porque tão diferentes? Para atender aos diversos níveis de evolução?
Na verdade elas não são diferentes, a quantidade de filosofias religiosas atende aos vários níveis de evolução pessoal, e a diferença entre elas apenas mostra quão primitivos somos e quão longo caminho ainda temos que percorrer para nos unir pelas igualdades e não nos separarmos pelas pequenas diferenças.
O Islamismo tem o alcorão e as Jihad, o catolicismo tem a bíblia e as cruzadas, os evangélicos tem as missões...
A religião tem sido, desde que o homem deixou de ser irracional, um leme que impulsiona o ser humano à evolução.
O mal pode ser encarado como ausencia do bem. Dessa forma, temos padres pedófilos, pastores ladrões, espíritas charlatões, pessoas que deixam o bem se ausentar.
Humanos que as vezes tentam mas não conseguem dar seu melhor.
O espiritismo não é uma religião diferente das outras, acredita nas mesmas coisas de forma diferente.
É uma pena que ainda somos tão atrasados a ponto de procurarmos a religião que vai nos dar a "verdade", quando sequer conseguimos aceitar a pluralidade dos mundos e das existências.
A verdade que tanto procuramos não existe, ela se resume ao amor. E nossa raça ainda é prematura demais para entender o amor como verdade universal.
Eu sou espírita, acho que uma vida sem religião é um barco sem leme. Mas alguns barcos são movidos pura e simplesmente pela ação do vento, sem intervenção e nenhum esforço humano.
Precisamos respeitar as diferentes embarcações, porque todas tem o mesmo destino: a paz interior.
Mesmo que momentanea.
Fiquem na paz de Cristo Jesus.
O filme retrata a vida de um ser humano que foi, além da religião, um exemplo de bondade e dedicação à sua profissão e missão.
O negativo é que é uma linguagem cansativa e introspectiva, além é claro, de terem perdido uma ótima oportunidade de terem feito um filme bem melhor, já que a história é riquíssima.
O ponto mais positivo dentre outros, é que o filme passa aos telespectadores uma visão bem realista do espiritismo. Que na verdade nada mais é que um galho dessa enorme árvore que é o cristianismo.
Falando em religião e esquecendo o filme, as religiões do mundo são basicamente iguais em sua essência e simbologia.
Então porque precisamos de tantas e que parecem ser tão diferentes?
Vamos ao primeiro questionamento: Para que tantas religiões?
Para atender as mais diversas formas e exigências da evolução individual do ser humano.
Cada um tem seu tempo e em cada tempo uma forma de pensar e para cada forma de pensar um orientador, que no caso é a religião.
E porque tão diferentes? Para atender aos diversos níveis de evolução?
Na verdade elas não são diferentes, a quantidade de filosofias religiosas atende aos vários níveis de evolução pessoal, e a diferença entre elas apenas mostra quão primitivos somos e quão longo caminho ainda temos que percorrer para nos unir pelas igualdades e não nos separarmos pelas pequenas diferenças.
O Islamismo tem o alcorão e as Jihad, o catolicismo tem a bíblia e as cruzadas, os evangélicos tem as missões...
A religião tem sido, desde que o homem deixou de ser irracional, um leme que impulsiona o ser humano à evolução.
O mal pode ser encarado como ausencia do bem. Dessa forma, temos padres pedófilos, pastores ladrões, espíritas charlatões, pessoas que deixam o bem se ausentar.
Humanos que as vezes tentam mas não conseguem dar seu melhor.
O espiritismo não é uma religião diferente das outras, acredita nas mesmas coisas de forma diferente.
É uma pena que ainda somos tão atrasados a ponto de procurarmos a religião que vai nos dar a "verdade", quando sequer conseguimos aceitar a pluralidade dos mundos e das existências.
A verdade que tanto procuramos não existe, ela se resume ao amor. E nossa raça ainda é prematura demais para entender o amor como verdade universal.
Eu sou espírita, acho que uma vida sem religião é um barco sem leme. Mas alguns barcos são movidos pura e simplesmente pela ação do vento, sem intervenção e nenhum esforço humano.
Precisamos respeitar as diferentes embarcações, porque todas tem o mesmo destino: a paz interior.
Mesmo que momentanea.
Fiquem na paz de Cristo Jesus.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Paladium - shopping?
Algumas substâncias deveriam ser adicionadas na água, pelo governo.
Vermífugo, anticoncepcional e fluoxetina.
Antes de começar a ler minha dissertação, deixa eu avisar que ela foi escrita em um dia de fúria. Nos dias de fúria minha ironia aflora, aliás não só a ironia como outras emoções não muito gracinhas.
Muito bem, vamos começar a filosofar.
Porque cheguei a essa conclusão? Porque domingo fui passear no shopping paladium. Acho meio dificil que alguém que não seja de Ctba leia meu blog, mas caso isso aconteça, vamos explicar o que é o shopping paladium.
Shopping Paladium é um local, construído em um bairro relativamente grande de Ctba. Foi projetado para ser um mega shopping, com lojas modernas, salas de cinema maiores que as já existentes na cidade, alem de uma infra estrutura invejável. O projeto realmente era perfeito. Se o bairro não fosse pobre, se a população existente lá não fosse mano e se a pessoa que estivesse projetando o shopping tivesse dinheiro. O resultado, claro, foi um lugar enorme, sem nenhuma infra e nem uma estrutura, com piso quebrado, mal colocado, escadas sem corrimão, estacionamento sem reboco - pasme - o mínimo de lojas funcionando e o resto dispensa comentários porque acredito que qualquer pessoa já deva imaginar. Adivinha quem frequentaria um lugar assim? Obveo que não seria a nata curitibana. Como medida paliativa, os administradores do shopping contrataram MUITOS seguranças e gastaram nisso o resto de dinheiro que tinham. O resultado é um shopping bizarro.
Pronto,apresentei o local que me inspirou a chegar a essa conclusão. Eis que no domingo eu fui levar meu filho para brincar em uma atração que tinha nesse shopping. Descer uma rampa de neve artificial. Na entrada levei uma encarada de ums dos 5 seguranças que estavam na escada, ok, o cara tava olhando pra mim com outras intenções que não eram cuidar da segurança do recinto, já que minha bunda mereceu a mesma atenção que minha cara. Ok ok, uma mulher de quase 30, indo em um lugar assim, levando uma encarada de um segurança gostoso, acaba não se sentindo necessariamente ofendida. Muito bem... Adentrando o recinto, não achei ninguém que pudesse me dar uma informação coesa de onde encontrava-se a tal pista. Apelei pra um segurança, já que parecem ser os únicos funcionários do local, me indicaram o último piso. E lá fui eu. Vamos pular a parte da desorganização da atração porque a moça que estava tentando organizar era tão simpática que não vou falar mal. Desci o babado, me estabaquei, enfim ...foi divertido. Saindo de lá, fui fazer o que toda mãe faz com seu filho em um shoping...fomos comer. Encontro um local que parecia mais um refeitório desorganizado de um lugar qualquer. Com pratos em cima das mesas, lixo no chão, cadeiras engorduradas e pasmem, UMA única senhora tentando dar conta desse caos.E claro, mais uns 6 ou 7 seguranças. Não tem MC, então fui de BOBS mesmo. Na fila encontro um fulano com luzes no cabelo, nada contra, mas acho rídiculo um homem fazer isso, dependendo até algumas mulheres, mas enfim, o fulano além das luzes made in farmácia total, usava uma blusa de lá ROSA e tinha nas mãos um celular. Detalhe que com uma música altíssima tocando, saca mano music? Pois é... Fone de ouvido? Pra que se o intúito é chamar a atenção. Depois dessa experiência traumática na fila, e depois de esperar muito tempo por um lanche e uma batata fria, achei uma mesa, limpei-a e fiz meu lanche. Olhando a minha volta e filosofando.
Pessoas jogando lixo no chão, saindo das mesas sem levar suas sobras para a lixeira, ouvindo músicas totalmente de mal gosto em um volume que encomodaria qualquer ser vivente....
Os seguranças tentando botar ordem...
A tiazinha tentando limpar alguma coisa e ser simpática com as pessoas....
Pensei... deveria ter vermífugo na água desse povo, porque é fato que precisam. Anticoncepcional para não procriar o que não vão poder educar e fluoxetina para mim e os seguranças tomarem...muito...para não sair de lá, praticamente com os nervos as flor da pele.
Ok ok, não sou rica, detesto a burguesia e não pago mais que R$ 50,00 por uma refeição, porém, acredito que educação e higiene independe a classe social.
Vai achar que sou recalcada por esse comentários ou que não gosto de pobre?
Sim, de pobre eu não gosto mesmo, pobre de espírito pra mim é um ser dispensável a esse planeta. E recalcada e mal amada, eu era, porque a partir de hoje, começo a fluoxetina.
Não gostou dos comentários? Infelizmente, não vou poder te ajudar.
Vermífugo, anticoncepcional e fluoxetina.
Antes de começar a ler minha dissertação, deixa eu avisar que ela foi escrita em um dia de fúria. Nos dias de fúria minha ironia aflora, aliás não só a ironia como outras emoções não muito gracinhas.
Muito bem, vamos começar a filosofar.
Porque cheguei a essa conclusão? Porque domingo fui passear no shopping paladium. Acho meio dificil que alguém que não seja de Ctba leia meu blog, mas caso isso aconteça, vamos explicar o que é o shopping paladium.
Shopping Paladium é um local, construído em um bairro relativamente grande de Ctba. Foi projetado para ser um mega shopping, com lojas modernas, salas de cinema maiores que as já existentes na cidade, alem de uma infra estrutura invejável. O projeto realmente era perfeito. Se o bairro não fosse pobre, se a população existente lá não fosse mano e se a pessoa que estivesse projetando o shopping tivesse dinheiro. O resultado, claro, foi um lugar enorme, sem nenhuma infra e nem uma estrutura, com piso quebrado, mal colocado, escadas sem corrimão, estacionamento sem reboco - pasme - o mínimo de lojas funcionando e o resto dispensa comentários porque acredito que qualquer pessoa já deva imaginar. Adivinha quem frequentaria um lugar assim? Obveo que não seria a nata curitibana. Como medida paliativa, os administradores do shopping contrataram MUITOS seguranças e gastaram nisso o resto de dinheiro que tinham. O resultado é um shopping bizarro.
Pronto,apresentei o local que me inspirou a chegar a essa conclusão. Eis que no domingo eu fui levar meu filho para brincar em uma atração que tinha nesse shopping. Descer uma rampa de neve artificial. Na entrada levei uma encarada de ums dos 5 seguranças que estavam na escada, ok, o cara tava olhando pra mim com outras intenções que não eram cuidar da segurança do recinto, já que minha bunda mereceu a mesma atenção que minha cara. Ok ok, uma mulher de quase 30, indo em um lugar assim, levando uma encarada de um segurança gostoso, acaba não se sentindo necessariamente ofendida. Muito bem... Adentrando o recinto, não achei ninguém que pudesse me dar uma informação coesa de onde encontrava-se a tal pista. Apelei pra um segurança, já que parecem ser os únicos funcionários do local, me indicaram o último piso. E lá fui eu. Vamos pular a parte da desorganização da atração porque a moça que estava tentando organizar era tão simpática que não vou falar mal. Desci o babado, me estabaquei, enfim ...foi divertido. Saindo de lá, fui fazer o que toda mãe faz com seu filho em um shoping...fomos comer. Encontro um local que parecia mais um refeitório desorganizado de um lugar qualquer. Com pratos em cima das mesas, lixo no chão, cadeiras engorduradas e pasmem, UMA única senhora tentando dar conta desse caos.E claro, mais uns 6 ou 7 seguranças. Não tem MC, então fui de BOBS mesmo. Na fila encontro um fulano com luzes no cabelo, nada contra, mas acho rídiculo um homem fazer isso, dependendo até algumas mulheres, mas enfim, o fulano além das luzes made in farmácia total, usava uma blusa de lá ROSA e tinha nas mãos um celular. Detalhe que com uma música altíssima tocando, saca mano music? Pois é... Fone de ouvido? Pra que se o intúito é chamar a atenção. Depois dessa experiência traumática na fila, e depois de esperar muito tempo por um lanche e uma batata fria, achei uma mesa, limpei-a e fiz meu lanche. Olhando a minha volta e filosofando.
Pessoas jogando lixo no chão, saindo das mesas sem levar suas sobras para a lixeira, ouvindo músicas totalmente de mal gosto em um volume que encomodaria qualquer ser vivente....
Os seguranças tentando botar ordem...
A tiazinha tentando limpar alguma coisa e ser simpática com as pessoas....
Pensei... deveria ter vermífugo na água desse povo, porque é fato que precisam. Anticoncepcional para não procriar o que não vão poder educar e fluoxetina para mim e os seguranças tomarem...muito...para não sair de lá, praticamente com os nervos as flor da pele.
Ok ok, não sou rica, detesto a burguesia e não pago mais que R$ 50,00 por uma refeição, porém, acredito que educação e higiene independe a classe social.
Vai achar que sou recalcada por esse comentários ou que não gosto de pobre?
Sim, de pobre eu não gosto mesmo, pobre de espírito pra mim é um ser dispensável a esse planeta. E recalcada e mal amada, eu era, porque a partir de hoje, começo a fluoxetina.
Não gostou dos comentários? Infelizmente, não vou poder te ajudar.
domingo, 13 de julho de 2008
Equilibrio - A chave para o sucesso.
Ontem eu li uma frase que me chamou muito a atenção. Ela dizia mais ou menos assim: A medida de amar é amar sem medida! Parei pra pensar nessa frase tão popular entre os enamorados e cheguei ao fundo filsófico, só pra variar um pouco, e tenho a absoluta certeza de esse é o primeiro passo para qualquer derrocada, amar sem medida. Viver sem medida. Isso é coisa de textos romanticos ou de pessoas que querem e acham que a medida de ser feliz é elevar ao extremo tudo que fazem.
Eu discordo, acho que a medida de amar é amar com medida.
Claro que nossa raça, seres humanos, somos feitos para superar limites e assim sendo, nos entregamos às paixões da vida com muito mais facilidade.
Mas acredito que antes de sermos seres apaixonados, somos seres racionais,e como tal, devemos descobrir o ponto de equilíbrio para as coisas.
Serei mais clara.
Semanas atrás, aqui em Curitiba, aconteceu a parada gay, e eu fui. Na semana seguinte eu li um texto sobre o assunto, em um blog que dizia assim homofobia X homomania. Os argumentos do cidadão, tirando a tonelada de preconceitos e opinião particular baseada em um "machismo" ferido, tirando tudo isso, os argumentos dele eram no mínimo relevantes. Ele dizia que o Brasil quer trocar a homofobia pela homomania, onde ser gay é ser atual, e inclusive ele passava por um assunto um tanto quanto pertinente que é a cirurgia de troca de sexo. Segundo ele em aprovação no plenário para ser feita pelo SUS. Claro que ele era contra, acredito eu que assim como a maioria da população. Não trata-se de preconceito, trata-se de finanças, o Brasil não tem grana nem pra tratar problemas básicos como diabetes vai trocar sexo agora? Daqui a pouco ta colocando silicone, mas enfim não é esse o contexto sobre o qual eu quero escrever agora. Só queria exemplificar o extremo de apoio a uma causa.
Tirando essa questão do homossexualismo eu vi também essa semana sobre polemicas de beijo gay em novelas; torcidas organizadas envolvidas em brigas; um jovem assassinado por um segurança de uma promotora ; uma criança de 3 anos morta por policias daquela cidade maravilhosa; enfim, a semana foi cheia de notícias de pessoas que estão vivendo no limite, no extremo.
Será mesmo que a vida deve ser levada ao extremo?
Será que é certo querermos a presidência de uma empresa, quando a nossa competencia está em atender a recepção da melhor forma?
Será mesmo que precisamos de um grande amor para sermos felizes, desses que não nos deixam dormir pela insegurança de nos deixarem? Ou será que precisamos de uma amor tranquilo, desses que vc sabe que ele não é seu e que vc não é dele, porque vcs não são coisas e portanto pertencem a si mesmo e mesmo assim querem ficar juntos?
Será que realmente precisamos de passeatas gay para defender direitos de uma minoria? Não seria bem mais fácil termos uma medida e cada um viver sua vida?
Será mesmo que viver bem é viver com paixão?
Será a paixão um sentimento tão nobre assim?
Será que a paixão não mais uma companheira da esperança nessa imensa caixa de pandora que é os nossos sentimentos?
Diante de toda essa filosofia de mesa de bar eu fiz uma retrospectiva da minha vida e vi que os momentos em que eu mais de decepcionei e que mais sofri foi quando eu fiz as coisas com a irracionalidade de uma paixão.
Não estou dizendo que devemos nos tornar pessoas frias ou robos. Mas quero chamar a atenção para as paixões que nos levam à loucuras.
Eu faço tudo com paixão, quem me conhece sabe, mas sei que é possível ter uma paixão racional por tudo que se faz.
Ta lançado o desafio, apaixone-se...mas com moderação.
Vamos lançar a lei seca da paixão, se for apaixonar-se sem medida, fique em casa, não saia, de preferencia fique no seu quarto com uma caixa de prozac e um litro de coca-cola.
Ah, e se querem me fazer uma crítica, façam como minha mãe, digam que eu tenho um coração de ouro...frio e duro tanto quanto. risos
Eu discordo, acho que a medida de amar é amar com medida.
Claro que nossa raça, seres humanos, somos feitos para superar limites e assim sendo, nos entregamos às paixões da vida com muito mais facilidade.
Mas acredito que antes de sermos seres apaixonados, somos seres racionais,e como tal, devemos descobrir o ponto de equilíbrio para as coisas.
Serei mais clara.
Semanas atrás, aqui em Curitiba, aconteceu a parada gay, e eu fui. Na semana seguinte eu li um texto sobre o assunto, em um blog que dizia assim homofobia X homomania. Os argumentos do cidadão, tirando a tonelada de preconceitos e opinião particular baseada em um "machismo" ferido, tirando tudo isso, os argumentos dele eram no mínimo relevantes. Ele dizia que o Brasil quer trocar a homofobia pela homomania, onde ser gay é ser atual, e inclusive ele passava por um assunto um tanto quanto pertinente que é a cirurgia de troca de sexo. Segundo ele em aprovação no plenário para ser feita pelo SUS. Claro que ele era contra, acredito eu que assim como a maioria da população. Não trata-se de preconceito, trata-se de finanças, o Brasil não tem grana nem pra tratar problemas básicos como diabetes vai trocar sexo agora? Daqui a pouco ta colocando silicone, mas enfim não é esse o contexto sobre o qual eu quero escrever agora. Só queria exemplificar o extremo de apoio a uma causa.
Tirando essa questão do homossexualismo eu vi também essa semana sobre polemicas de beijo gay em novelas; torcidas organizadas envolvidas em brigas; um jovem assassinado por um segurança de uma promotora ; uma criança de 3 anos morta por policias daquela cidade maravilhosa; enfim, a semana foi cheia de notícias de pessoas que estão vivendo no limite, no extremo.
Será mesmo que a vida deve ser levada ao extremo?
Será que é certo querermos a presidência de uma empresa, quando a nossa competencia está em atender a recepção da melhor forma?
Será mesmo que precisamos de um grande amor para sermos felizes, desses que não nos deixam dormir pela insegurança de nos deixarem? Ou será que precisamos de uma amor tranquilo, desses que vc sabe que ele não é seu e que vc não é dele, porque vcs não são coisas e portanto pertencem a si mesmo e mesmo assim querem ficar juntos?
Será que realmente precisamos de passeatas gay para defender direitos de uma minoria? Não seria bem mais fácil termos uma medida e cada um viver sua vida?
Será mesmo que viver bem é viver com paixão?
Será a paixão um sentimento tão nobre assim?
Será que a paixão não mais uma companheira da esperança nessa imensa caixa de pandora que é os nossos sentimentos?
Diante de toda essa filosofia de mesa de bar eu fiz uma retrospectiva da minha vida e vi que os momentos em que eu mais de decepcionei e que mais sofri foi quando eu fiz as coisas com a irracionalidade de uma paixão.
Não estou dizendo que devemos nos tornar pessoas frias ou robos. Mas quero chamar a atenção para as paixões que nos levam à loucuras.
Eu faço tudo com paixão, quem me conhece sabe, mas sei que é possível ter uma paixão racional por tudo que se faz.
Ta lançado o desafio, apaixone-se...mas com moderação.
Vamos lançar a lei seca da paixão, se for apaixonar-se sem medida, fique em casa, não saia, de preferencia fique no seu quarto com uma caixa de prozac e um litro de coca-cola.
Ah, e se querem me fazer uma crítica, façam como minha mãe, digam que eu tenho um coração de ouro...frio e duro tanto quanto. risos
domingo, 15 de junho de 2008
Doação x Amor Próprio
Na minha última postagem eu escrevi que o ser humano havia perdido o senso de hipocrisia. No decorrer desta semana, com vários acontecimentos, verifiquei que não foi só esse o senso que a humanidade perdeu. A humanidade perdeu vários sensos. As vezes penso que sou um ET., mas ao mesmo tempo fico reanalisando minhas atitudes e me descubro humana como todos os que me cercam. Não tem como negar que perdemos a noção da moral e dos bons costumes, mas acho que a principal perda dos ultimos tempos, foi a perda do amor próprio.
Sabe aquela auto-confiança? Não aquela superioridade com que frequentemente olhamos os outros, nem aquela vaidade de estar em posição melhor, ser superior em alguma coisa. Não é ter auto-confiança a ponto de achar que se pode viver sozinho e que se é uma ilha. Não é isso. É o amor próprio que nos faz doarmos o melhor de si aos outros, sem nos preocuparmos com o amanhã de forma tão nociva. Porque os relacionamentos tem que ser uma troca, uma barganha, antes de qualquer outro sentimento? Porque não pode simplesmente ser uma doação? Porque estamos sempre preocupados com o que receberemos de retorno?
Claro que vc não será idiota o suficiente a se doar para alguém que não está nem aí com você, mas meu questionamento é como podemos saber se alguém vai ou não se doar com uma semana, com um mês?
Não é se jogar sem pára quedas, mas é se jogar, com os devidos cuidados, tipo manual GPS e um ótimo para quedas. E se vc cair, relaxa, quem não cai não aprende a levantar.
E por mais que possa parecer, não estou falando de relacionamentos amorosos somente, afinal, não sei a vida de vcs, mas a minha não se resume a isso.
Sabe aquela auto-confiança? Não aquela superioridade com que frequentemente olhamos os outros, nem aquela vaidade de estar em posição melhor, ser superior em alguma coisa. Não é ter auto-confiança a ponto de achar que se pode viver sozinho e que se é uma ilha. Não é isso. É o amor próprio que nos faz doarmos o melhor de si aos outros, sem nos preocuparmos com o amanhã de forma tão nociva. Porque os relacionamentos tem que ser uma troca, uma barganha, antes de qualquer outro sentimento? Porque não pode simplesmente ser uma doação? Porque estamos sempre preocupados com o que receberemos de retorno?
Claro que vc não será idiota o suficiente a se doar para alguém que não está nem aí com você, mas meu questionamento é como podemos saber se alguém vai ou não se doar com uma semana, com um mês?
Não é se jogar sem pára quedas, mas é se jogar, com os devidos cuidados, tipo manual GPS e um ótimo para quedas. E se vc cair, relaxa, quem não cai não aprende a levantar.
E por mais que possa parecer, não estou falando de relacionamentos amorosos somente, afinal, não sei a vida de vcs, mas a minha não se resume a isso.
domingo, 4 de maio de 2008
Isabella Nardoni
Fiquei pensando essa semana, e cheguei a conclusão que, ou eu não sou deste planeta, ou sou muito moderna ou o ser humano em geral perdeu a senso da hipocrisia.
Não aguento mais falar sobre a Isabella, não suporto mais a dissecação desalmada que fazem sobre essa morte. Porque o pai desligou o motor do carro as 23:32, não mas a defesa alega que existem muitas divergencias, e segue esse diálogo chato e cansativo da policia brincando de CSI e a defesa brincando de O Fugitivo. E meu ouvido transformado em penico.
Claro que assim como toda a população eu fiquei extremamente sensibilizada com essa história, só que ao meu ver, deveria ter tido um ou no máximo dois dias de exposição na mídia. A impressão que dá é que ninguém tem real consciencia do que deve estar sentindo essas famílias. O papel do cidadão brasileiro é se meter em assuntos que podem ser mudados, e esse não muda mais, a menina morreu, não importa o que seja feito, deixa essa mãe chorar em paz, deixa a policia trabalhar em paz. O que me ocorre é que esse barulho todo é só porque as familias não são pobre. Alguém se lembra do menino que foi arrastado pelos bandidos no rio? Ótimo, e dos criminosos? Alguém sabe que fim leveou? Não, porque eram favelados e não interessavam a mídia. E as milhares de crianças que sofrem abusos e violencia diariamente nas classes mais baixas, no nordeste por exemplo. Elas ainda nao morreram, ainda dá para fazermos alguma coisa. Mas aí é que está o problema, é que dá pra fazer alguma coisa, e no caso da Isabella é só julgar, criticar e ficar feito Urubu em cima de qualquer vestigio desse lixo todo.
Podem me criticar mas aí vai um apelo á toda população brasileira, querem ajudar a Isabella e a mãe dela? Vão pra Igreja e rezem. E no mais, fazendo o favor de ajudar quem precisa e está vivo? (plagiando o gay da novela das oito) Querem aparecer? Façam passeatas em favor da menor idade penal e do fim desse abuso que é a ajuda de custo a esse bando de vagabundos que "trabalham" em brasilia e não fazem nada de útil. Que vivam como eu, com o salário e nada mais, o que aliás, já é muito.
Não aguento mais falar sobre a Isabella, não suporto mais a dissecação desalmada que fazem sobre essa morte. Porque o pai desligou o motor do carro as 23:32, não mas a defesa alega que existem muitas divergencias, e segue esse diálogo chato e cansativo da policia brincando de CSI e a defesa brincando de O Fugitivo. E meu ouvido transformado em penico.
Claro que assim como toda a população eu fiquei extremamente sensibilizada com essa história, só que ao meu ver, deveria ter tido um ou no máximo dois dias de exposição na mídia. A impressão que dá é que ninguém tem real consciencia do que deve estar sentindo essas famílias. O papel do cidadão brasileiro é se meter em assuntos que podem ser mudados, e esse não muda mais, a menina morreu, não importa o que seja feito, deixa essa mãe chorar em paz, deixa a policia trabalhar em paz. O que me ocorre é que esse barulho todo é só porque as familias não são pobre. Alguém se lembra do menino que foi arrastado pelos bandidos no rio? Ótimo, e dos criminosos? Alguém sabe que fim leveou? Não, porque eram favelados e não interessavam a mídia. E as milhares de crianças que sofrem abusos e violencia diariamente nas classes mais baixas, no nordeste por exemplo. Elas ainda nao morreram, ainda dá para fazermos alguma coisa. Mas aí é que está o problema, é que dá pra fazer alguma coisa, e no caso da Isabella é só julgar, criticar e ficar feito Urubu em cima de qualquer vestigio desse lixo todo.
Podem me criticar mas aí vai um apelo á toda população brasileira, querem ajudar a Isabella e a mãe dela? Vão pra Igreja e rezem. E no mais, fazendo o favor de ajudar quem precisa e está vivo? (plagiando o gay da novela das oito) Querem aparecer? Façam passeatas em favor da menor idade penal e do fim desse abuso que é a ajuda de custo a esse bando de vagabundos que "trabalham" em brasilia e não fazem nada de útil. Que vivam como eu, com o salário e nada mais, o que aliás, já é muito.
sábado, 29 de março de 2008
O mal desse século!
Não sei se já escrevi sobre esse assunto antes, mas enfim, mesmo que tenha escrito, com certeza não ficará igual, então lá vai.
Cada século tem algo que assola o mundo, hora são epidemias, hora pragas, doenças horríveis, sempre um mal e uma descoberta. Dae ficamos confortados que o ditado popular depois da tempestade vem a bonança se faça verdadeiro. Se bem que em São Paulo isso não se aplica muito, mas não é disso que estou falando. Voltando a minha linha de raciocíneo.
Muito bem, e o que podemos dizer desse século? HIV? seculo passado. Dengue? Século passado. Será que ainda teremos uma praga? Algo que assolará a humanidade? Que nos dizimará? Não. Porque já temos um mal nesse século, algo extremamente lucrativo e sedutor chamado solidão.
A solidão produz tudo o que o capitalismo precisa para se fortalecer. Ela produz consumismo em excesso, insatisfação com tudo, vontade de ter sempre algo que não temos...
Pessoas solitárias bebem mais, fumam mais, estão sempre em busca de um corpo perfeito para atrair cia. Querem o melhor carro, as melhores roupas, tudo pra dizer, olha gostem de mim que eu sou legal.
E geralmente isso funciona, as pessoas chegam perto, mas nunca são boas o suficiente para nós, pessoas de extrema intolerancia e expectativas insasiáveis. Queremos algo que não teremos nunca, porque também não conseguiremos dar nunca. Algo que não se compra nem se vende. Algo chamado segurança e felicidade. Porque pra termos essas coisas, tão imprescindíveis à uma vida feliz, nós teremos que ter uma vida simples. E isso, caro amigo, é tudo que esse século não terá!!!
Cada século tem algo que assola o mundo, hora são epidemias, hora pragas, doenças horríveis, sempre um mal e uma descoberta. Dae ficamos confortados que o ditado popular depois da tempestade vem a bonança se faça verdadeiro. Se bem que em São Paulo isso não se aplica muito, mas não é disso que estou falando. Voltando a minha linha de raciocíneo.
Muito bem, e o que podemos dizer desse século? HIV? seculo passado. Dengue? Século passado. Será que ainda teremos uma praga? Algo que assolará a humanidade? Que nos dizimará? Não. Porque já temos um mal nesse século, algo extremamente lucrativo e sedutor chamado solidão.
A solidão produz tudo o que o capitalismo precisa para se fortalecer. Ela produz consumismo em excesso, insatisfação com tudo, vontade de ter sempre algo que não temos...
Pessoas solitárias bebem mais, fumam mais, estão sempre em busca de um corpo perfeito para atrair cia. Querem o melhor carro, as melhores roupas, tudo pra dizer, olha gostem de mim que eu sou legal.
E geralmente isso funciona, as pessoas chegam perto, mas nunca são boas o suficiente para nós, pessoas de extrema intolerancia e expectativas insasiáveis. Queremos algo que não teremos nunca, porque também não conseguiremos dar nunca. Algo que não se compra nem se vende. Algo chamado segurança e felicidade. Porque pra termos essas coisas, tão imprescindíveis à uma vida feliz, nós teremos que ter uma vida simples. E isso, caro amigo, é tudo que esse século não terá!!!
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